Aí eu percebo um padrão.
Ok, ok, faz parte do senso comum dos relacionamentos: a melhor coisa para esquecer um relacionamento, é outro.
Mas aí vc se percebe chorando no ombro da próxima, as máguas da anterior: 1,2..3 vezes.
Quantos relacionamentos eu já tive? 2 rolos e 2 namoros?
Xiiiii..
Ich bin...
domingo, 5 de dezembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Ich versuche zu sein.
Oi.
Tenho me sentido de esquisitas formas, em situações que nada tem de peculiares.
Venho me sentindo mais velh@: não naquele bom sentido da maturidade, mas num mundo paralelo onde os mais novos são imaturos.
Pra começar, tive 3 relacionamentos: um me amou mais; outra de menos; outra "não amou".
Sem entrar no que quero dizer com amar; vou tentar me explicar o quão é estranho ser amado.
Não tem nada de estranho a princípio, mas, quando você se acostuma a procurar carinho e não encontrar (sabe aquele olhar que não cruza?), não ter que correr atrás faz a gente se sentir deliciosamente estranho.
Me vejo surpres@ quando não sou eu @ únic@ a sentir saudade. Tenho um pouco de dificuldade de acreditar na minha sorte.
Mas aí vêm as situações non sense, que fazem com que eu me sinta totalmente fora de mim.
Ciúmes não costuma fazer parte da minha vida: não me creio ciument@ e não gosto de gente ciumenta; além de ter uma certa dificuldade de "entender" o tal sentimento (ou, como eu costumo dizer, esse aglomerado de sentimentos); além disso, racionalmente, acho o ciúmes uma coisa que deve ser reprimida: não é bonito, não tem porque, só fere e é ridiculamente ridículo.
Aí eu sinto um negócio me cutucando: "epaaaaa! sai pra lá, rapá!" E me contam que é ciúmes ou, pior ainda, possessividade. Eu fico õ_õ
Mas ai vira piada. Só que acontece de novo...aí me assusto.
Só que então eu percebo um padrão: preciso estar em uma situação de baixa auto-estima ou me sentindo frágil de alguma forma.
Bizarrão. Tenho que desenvolver mais essas idéias.
Tenho me sentido de esquisitas formas, em situações que nada tem de peculiares.
Venho me sentindo mais velh@: não naquele bom sentido da maturidade, mas num mundo paralelo onde os mais novos são imaturos.
Pra começar, tive 3 relacionamentos: um me amou mais; outra de menos; outra "não amou".
Sem entrar no que quero dizer com amar; vou tentar me explicar o quão é estranho ser amado.
Não tem nada de estranho a princípio, mas, quando você se acostuma a procurar carinho e não encontrar (sabe aquele olhar que não cruza?), não ter que correr atrás faz a gente se sentir deliciosamente estranho.
Me vejo surpres@ quando não sou eu @ únic@ a sentir saudade. Tenho um pouco de dificuldade de acreditar na minha sorte.
Mas aí vêm as situações non sense, que fazem com que eu me sinta totalmente fora de mim.
Ciúmes não costuma fazer parte da minha vida: não me creio ciument@ e não gosto de gente ciumenta; além de ter uma certa dificuldade de "entender" o tal sentimento (ou, como eu costumo dizer, esse aglomerado de sentimentos); além disso, racionalmente, acho o ciúmes uma coisa que deve ser reprimida: não é bonito, não tem porque, só fere e é ridiculamente ridículo.
Aí eu sinto um negócio me cutucando: "epaaaaa! sai pra lá, rapá!" E me contam que é ciúmes ou, pior ainda, possessividade. Eu fico õ_õ
Mas ai vira piada. Só que acontece de novo...aí me assusto.
Só que então eu percebo um padrão: preciso estar em uma situação de baixa auto-estima ou me sentindo frágil de alguma forma.
Bizarrão. Tenho que desenvolver mais essas idéias.
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